“Nunca amarre minhas asas. Deixe-me voar.”

Na tarde de 23 de julho de 2011 duas ambulâncias foram chamadas para a casa de Amy Winehouse em Camden, Londres, decorrente de uma ligação à polícia britânica para atender uma mulher desacordada. Pouco tempo depois, a morte da cantora foi confirmada. Segundo o laudo do legista, nenhuma droga foi encontrada no corpo da cantora, mas ela havia consumido uma grande quantidade de álcool, o que acabou levando à morte.

Sua morte, aos 27 anos, encerrou um período de mais de dois anos de vida errática, repleta de internações por excessos químicos, barracos em tribunais, shows cancelados e muita vigilância do público. Não podemos deixar de lado o legado deixado por Amy em seus dois álbuns onde resgatou a soul music inglesa.

A morte da cantora ocasionou diversos acontecimentos o que mostra que, de fato, o quanto Amy Winehouse era amada pelo mundo.

Mitch Winehouse, pai de Amy, se dedicou a criar uma fundação que possui o nome da cantora. Quando Amy faria 28 anos, uma fundação com seu nome foi criada pelo pai da cantora com o objetivo de levantar fundos para instituições de caridade que apóiem jovens, claro, viciados em drogas, com necessidades especiais e problemas financeiros.

Em novembro, o clássico vestido da cantora foi leiloado por US$ 67 mil. A renda foi revertida para a fundação da cantora e o vestido será exposto no museu que o adquiriu em Santiago, no Chile.

No dia 5 de dezembro foi lançado um CD com algumas músicas inéditas de Amy chamado “Lioness: Hidden Treasures“. Ah, tal álbum trouxe uma versão de “Garota de Ipanema”. Não preciso lembrar que o CD alcançou o topo das paradas britânicas na semana de seu lançamento, né?!

Já em 2012, a cantora foi homenageada no desfile da grife Jean Paul Gaultier na Semana de Moda de Paris. Ao som de “Back to Black”, as modelos desfilaram looks totalmente inspirados no visual da cantora.

Em junho de 2012, o pai da cantora lançou o livro de memórias, “Amy, my daughter” onde conta como Amy se tornou uma grande estrela que sucumbiu ao vício das drogas e morreu prematuramente aos 27 anos, em 2011. O livro é ilustrado com fotos inéditas do acervo da família. A publicação chega às livrarias brasileiras no início de agosto, segundo a editora Record.

Quase um ano após a morte de Amy, o pai da cantora colocou a casa onde ela morreu à venda. A casa possui nos seus 2500m², três quartos com suítes. O valor? Cerca de R$8,4 milhões.

Quando faleceu, Amy tinha vários shows agendados por todo o resto de 2011 e o figurino já estava todo definido. Vestidos alegres, com estampas tropicais que mostravam uma nova Amy que, vale dizer, chegou a mostrar provas de sua recuperação. Os integrantes da banda vestiam ternos pink, camisas pretas e slippers de veludo.

Saudades dessa voz, né?!

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